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Sindicato Independente dos Médicos

Serviço de Saúde da R. A. da Madeira ultrapassa todos os limites da decência e da boa fé

01 outubro 2010

Quando julgávamos já ter visto tudo… a Madeira, e quem dirige o CA do Sesaram, EPE, volta a surpreender-nos violando as mais elementares regras da educação, da decência e da boa fé que se espera entre parceiros negociais em negociação.


A coisa conta-se em duas penadas.
Hoje, dia 27 de Setembro, pelas 10 horas, conforme previamente combinado olhos nos olhos e confirmado por variada troca de correspondência, uma delegação do SIM e uma delegação da FNAM, credenciadas com especiais poderes negociais e para assumir deliberações finais, apresentaram-se para reunir e bateram com o nariz na porta.


De forma educada, mas encolhida, a secretária de direcção olhou-nos espantada perante a nossa presença: não receberam a nossa desmarcação da reunião? Não, claro que não recebemos, pois foi enviada registada via correio normal e, a esta hora, não foi recepcionada nas sedes dos Sindicatos.
Claro que só os malandros dos terroristas sindicais podem ver má fé nesta atitude, mesmo que verifiquem que toda a restante comunicação até hoje foi recebida via mail ou fax. Logo esta, a da desmarcação, vai no calvário do correio normal, obrigando à deslocação desnecessária e estúpida de todos.


Objectivamente não há outra leitura: o Conselho de Administração ultrapassou todos os limites da boa fé, da educação, do trato, da decência.


Chega!


Voltemos às reuniões em sede política, ofendida que está, gravemente, a boa fé requerida entre as partes.

É neste triste cenário de crispação, incompetência e chico-espertice que querem criar uma Escola Internacional de Medicina na Madeira?
Não seria melhor serem sérios?

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