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Sindicato Independente dos Médicos

O SIM, a OM e a Contra-Informação no sítio do costume

28 março 2011

O Jornal da Madeira publicou a 15 e 16 de Março artigos relativos à Ordem dos Médicos onde, sem confirmação ou contraditório, indicia o Sindicato e os seus associados, como eventuais responsáveis pela perda de idoneidade formativa no SESARAM, ao denunciarem publicamente e à Ordem dos Médicos irregularidades e interferências na actividade médica hospitalar.

A certificação das idoneidades científicas é responsabilidade exclusiva da Ordem dos Médicos e a sua perda pelo SESARAM foi decidida, após avaliação da situação, pela sua cúpula directiva (Conselho Nacional Executivo), em Setembro de 2010.

Sobre a acusação efectuada ao SIM, a Ordem dos Médicos rebate-a frontalmente em comunicado público de 16 de Março, quando afirma: “Do acervo documental do processo de perda de capacidade formativa não consta documento comprovativo de tal interferência”.

O SIM lamenta a incapacidade dos administradores do SESARAM em resolver os vários conflitos e litígios na saúde, as disfunções nos internatos e a injusta sobrecarga de trabalho dos médicos mais novos, as recorrentes carências de medicamentos e implantes, as inúmeras queixas dos utentes, a degradação das instalações hospitalares e o descontentamento de muitos profissionais, referidas sucessivamente na comunicação social.

É ao Conselho de Administração e à Direcção Clínica do SESARAM que cabe gerir bem a instituição e a eles devem ser atribuídas todas as responsabilidades pela degradação da qualidade na formação médica na Região que levou à respectiva perda de idoneidade.

Não aceitamos “bodes expiatórios” para encobrir incapacidades e inabilidades de gestão administrativa e clínica do SESARAM.

Compreendemos que o SESARAM e os seus actuais dirigentes não se sintam confortáveis com a actual “penalização” e com as inspecções exaustivas que os Colégios da Ordem dos Médicos farão em 2011 aos Serviços hospitalares.

O SIM fez, e sempre fará, a denúncia da degradação assistencial aos doentes e à formação médica, entre outras, defendendo com clareza a importância dos Serviços Nacional e Regional de Saúde e dos seus médicos associados.

Durante 20 anos a Tutela sempre teve um relacionamento correcto e digno com a classe médica e os seus representantes institucionais, não se compreendendo a actual apetência desta pelo conflito com os médicos e os diferentes profissionais da saúde.

Para o SIM, as condições de trabalho e desenvolvimento profissional dos médicos e, em especial, dos jovens médicos, serão sempre o seu objectivo fundamental.

Lisboa, 25 de Março de 2011
O Secretariado Nacional

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