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Sindicato Independente dos Médicos

Unidade de Saúde dos "Pobres"

01 abril 2011

A directora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte (ACESON), Teresa Luciano, acredita que em breve o concelho das Caldas terá mais médicos para colmatar as necessidades na Medicina Geral e Familiar e que as novas instalações do Centro de Saúde, cujo projecto já está concluído, será uma realidade. Até lá, os médicos vêem-se a braços com um número de utentes excessivo e com grandes constrangimentos a nível de instalações.
Esta a principal conclusão de uma sessão de esclarecimento promovida pelo Agrupamento no auditório da Câmara Municipal, no passado dia 24 de Março, e à qual a população não aderiu. O resultado: cerca de três horas de uma sucessão de apresentações Power Point em que foram esmiuçadas todas as unidades que compõem os serviços básicos de saúde no concelho e na qual os médicos e enfermeiros presentes ficaram, basicamente, a falar uns para os outros.

As preocupações com a falta de médicos em número suficiente para dar resposta às necessidades do concelho já não são novas, e foram por diversas vezes levantadas pelas forças políticas locais. E voltaram a ser postas em cima da mesa na sessão de dia 24, quando finalmente as poucas pessoas presentes na plateia puderam falar.
Referindo que a falta de médicos é um problema nacional, e que só nas Caldas da Rainha oito médicos se reformaram nos últimos dois anos, a directora executiva do ACESON, Teresa Luciano, garantiu que “há a possibilidade de ter mais médicos nas Caldas”.
Dizendo que não pode adiantar pormenores, até porque ainda nada está definido, Teresa Luciano disse-se ainda esperançada que alguns dos médicos colombianos que vêm para Portugal para trabalhar nos Centros de Saúde possam ser colocados nas unidades da região.

Noticia completa da Gazeta das Caldas

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