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Sindicato Independente dos Médicos

SIM em sintonia com a "troika"

03 maio 2011

Fez manchete hoje, na imprensa escrita e falada, a anunciada proposta efectuada pela dita "troika" do resgate finaceiro de que se reduza em 10% os gastos em horas extraordinarias pagas aos médicos.

Tão importante esse facto que tal até foi referido, para todo o país, por uma ansiosa jornalista da RTP, enquanto se aguardava pela intervenção e comunicação em directo do Sr. Primeiro Ministro.

Como este ultimo fez na dita comunicação um voto de fé num Serviço Nacional de Saúde, não passa pela cabeça de ninguem que sejam tomadas medidas que afectem a qualidade dos serviços prestados às populações.

Sendo assim, tal redução irá por certo passar por medidas há muito defendidas pelos sindicatos médicos, como sejam: a reorganização fundamentada de serviços, sem cedências aos interesses eleitoralistas autárquicos, a abertura célere de processos de recrutamento de médicos especialistas para as especialidades médicas e os serviços carenciados (objecto de acordo em sede de negociação colectiva e com publicação eminente em DR), e a opção pelo pagamento dessas horas a médicos dos quadros em vez de tal ser feito a empresas de prestação de serviços (mais caras para o erário público mas "camufladas" nas contas oficiais).

Ou esta recomendação, a ser verdadeira, vai ser usada como desculpa para cortes cegos e absurdos?

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