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Sindicato Independente dos Médicos

Paciência, compreensão e colaboração têm limites

18 abril 2012

Em Dezembro de 2011 o Sindicato Independente dos Médicos foi sensível à proposta governamental de reatar a negociação colectiva, e suspendeu a greve ao trabalho extraordinário/ suplementar que tinha (isoladamente... não é demais recordar...) decretado.

Manteve-se porém o apelo à apresentação de declarações de indisponibilidade para serem ultrapassados os limites legais, consagrados em ACT, à prestação de trabalho extraordinario/ suplementar.

O Governo e o Ministério da Saúde, através da ACSS, deu orientações às administrações para o cumprimento do legislado no que respeita ao pagamento do trabalho extraordinário e aos descansos compensatórios. Despudorada e impunemente (tanto quanto sabemos) têm sido várias as administrações hospitalares que ostensivamente (até por escrito) ignoram essas orientações...

Na mesa negocial para a elaboração de uma grelha salarial (no seguimento do consagrado em negociação colectiva e nos ACTs), e perante dirigentes sindicais com décadas de experiência negocial, é patente a tentativa de distribuir rebuçados dos Arcos... ora porque não foi possível, ora porque não houve tempo, ora porque para a próxima será... com o desplante de angelicamente se pretender pôr á discussão projectos de decreto lei que anulam ACTs!

BASTA...

Da parte do SIM a data limite para a resolução consensual e pacífica é a de 15 de Maio, data da reunião do Conselho Nacional do SIM que mandatará os órgãos executivos para as acções necessárias e suficientes.

Só ou acompanhado, o Sindicato Independente dos Médicos não hesitará em avançar para acções de mobilização e intervenção da classe médica em geral, com cujo apoio está certo de poder contar.

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