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Sindicato Independente dos Médicos

Madeira: e a saga continua

25 janeiro 2013

COMUNICADO

Depois de ter denunciado um acordo assinado há 2 anos, depois de avanços, recuos e promessas, depois de reabrir as negociações, no habitual tom provocatório e pouco educado o Sr. Dr. Miguel Ferreira, que nunca se sentou nas mesas negociais enquanto presidente do SESARAM, vem hoje na comunicação social inaugurar uma nova forma negocial, ou assinam o que eu quero ou nada…

O SIM mantém-se em negociações com o Governo Regional/SRAS e com o SESARAM. É ponto de honra dos sindicatos, manter atitude negocial correcta e de boa fé negocial, como tem acontecido no Continente e nos Açores e como foi na Madeira até à atual Governação(?) da saúde. No âmbito deste processo negocial recebemos hoje uma proposta negocial (com alterações ao do assinado no continente), mas com ofício contraditório, em que admite assinatura imediata/copiada, sem alterações.

A apregoada “ultraperiferia” nas negociações do Governo com o Continente e União Europeia, é rasgada tentando passar o ónus para os sindicatos médicos dos problemas da ultraperiferia, prejudicando os doentes e os médicos.

O litígio, a má educação e a mentira tem sido o lema do Dr. Miguel Ferreira, não o dos Sindicatos. Negociar é negociar. Não é impor. Não é procurar parangonas na comunicação social denegrindo os sindicatos.

Teremos oportunidade de responder formalmente em sede negocial. Os Madeirenses sabem bem o que representa viver numa ilha, e os doentes Madeirenses sabem bem melhor que todos nós: só o Dr. Miguel Ferreira finge não entender as especificidades regionais, quando praticamente duas vezes por semana modificava os termos do acordo.

Também não entendemos em que especificidades nacionais se basearam para no Regulamento Interno do Hospital, alterar substancialmente as condições salariais do Conselho de Administração e Direcção Clínica. Convidamos a publicarem os seus recibos salariais sob pena de recorrermos ao Tribunal Administrativo para conhecê-los assim como às especificidades Regionais inexistentes.

Também não entendemos em que especificidades nacionais se basearam para permitir para si receber dinheiro em Clínica privada, quando a nível Nacional e Regional é completamente incompatível.

Nós sempre aceitámos discutir as especificidades regionais. Não aceitamos conhecê-las na praça pública. Mas se for necessário, a saúde dos Madeirenses é demasiado importante para ser escondido e sujeito a calúnias, vamos discuti-lo na praça pública. Para nós os doentes estarão sempre em primeiro lugar e podem continuar a contar connosco.

Lisboa, 25 de Janeiro

Secretariado Nacional do SIM

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