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Sindicato Independente dos Médicos

O legado do Director-Geral

02 agosto 2017
O legado do Director-Geral
Fossemos historiadores e poderia pensar-se que este seria um texto sobre a extinta Direção-Geral de Segurança.

Embora os métodos que aqui se retratam sejam similares, fala-se aqui da Direção-Geral da Saúde e desta notícia.

Vem o atual Diretor-Geral da Saúde propalando há meses que o próximo Diretor-Geral da Saúde é uma mulher. Vem-no fazendo ignorando que há concursos públicos, ignorando a existência da Comissão de Recrutamento e Seleção para Administração Pública (CRESAP) e ignorando o distanciamento que seria exigido a quem cessa tão importantes funções.

Condiciona-se assim à partida qualquer processo de recrutamento, afirmando que lá chegando já está escolhido o nome. E pelos vistos está mesmo. Por mais bondade e vontade que alguém tenha, ninguém se esforça e perde tempo, já de si escasso, a candidatar-se sabendo à partida o resultado.

Quando se escolhem as coisas por decreto, temos a receita para que tudo corra mal, veja-se o caso da trapalhada da candidatura portuguesa à Agência Europeia do Medicamento, feita sem critérios e sem seriedade.

A subversão do mérito e das regras democráticas. É este o legado do Diretor-Geral da Saúde Francisco George.

É por isso que independentemente de quem seja o próximo, ou a próxima, DGS ganhamos todos com a sua saída.

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