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Sindicato Independente dos Médicos

Governo recusa medidas para a redução de listas de espera na saúde

12 julho 2018
Governo recusa medidas para a redução de listas de espera na saúde
Sabia que o Governo recusa a implementação de medidas que reduzem as listas de espera para consultas e cirurgias no Serviço Nacional de Saúde?

Concursos:
718 médicos recém-especialistas hospitalares e 334 Médicos de Família aguardam a abertura de concursos há mais de dois meses. A contratação destes médicos para além de mitigar carências do SNS, permitiria diminuir as inqualificáveis listas de espera para cirurgias e consultas. O Governo persiste em não abrir concursos de forma célere, empurrando os médicos recém-especialistas para setor privado e para a emigração.

Horário dedicado a consultas e cirurgias:
Quase metade do horário dos médicos, ou seja, 18 das 40 horas semanais, é ocupado pelo Serviço de Urgência. Sobra pouco tempo para as restantes atividades dos médicos, nomeadamente consultas, cirurgias, acompanhamento dos doentes internados, formação e outras atividades. Os médicos reivindicam que só 12 das 40 horas semanais sejam dedicadas ao Serviço de Urgência, aumentando assim o tempo para cirurgias e consultas. Isto permitiria realizar mais 1 milhão e 500 mil consultas e mais 50.000 cirurgias por ano, reduzindo as inqualificáveis listas de espera para cirurgias e consultas. No entanto, o Governo recusa esta medida.

Utentes por Médico de Família:
Atualmente cada Médico de Família tem até 1.900 utentes inscritos na sua lista. No seu horário semanal de 40 horas, cada Médico de Família tem assim de dar resposta às necessidades de 1.900 utentes. Há assim 1.900 pessoas a marcar consultas na agenda de apenas um Médico de Família, preenchendo rapidamente a agenda para os meses subsequentes e impedindo a marcação de consultas num prazo aceitável. O Governo recusa a redução das listas de utentes de cada Médico de Família para 1.500 utentes por médico, impedindo assim a redução dos tempos de espera para consulta.

Basta de hipocrisia! É preciso passar das palavras aos atos!

Em defesa do Serviço Nacional de Saúde!

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