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Sindicato Independente dos Médicos

Salvar o Hospital do Litoral Alentejano: uma obrigação do Governo de Portugal

17 agosto 2018
Salvar o Hospital do Litoral Alentejano: uma obrigação do Governo de Portugal
Nos últimos anos tem se verificado uma degradação na segurança dos cuidados prestados aos utentes na Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano (ULSLA). Essa degradação deve-se à contínua diminuição de número de médicos, enfermeiros e assistentes operacionais ao nível dos diversos serviços, promovendo o encerramento de camas nos serviços de Ortopedia, Medicina Interna, Unidade de Convalescença da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, Unidade de Cuidados Pós-Cirúrgicos e Unidade de Cuidados Intensivos.

A diminuta existência de profissionais de saúde não tem permitido a criação de uma equipa de emergência intra-hospitalar, obrigatória por lei, dificultando os cuidados de saúde aos doentes internados, sendo estes doentes tratados pela equipa médica da urgência que se encontra diminuída por si só.

A redução diária das equipas de enfermagem na urgência conjuntamente com a ausência de uma política de construção de equipas dedicadas ao transporte de doentes críticos inter-hospitalares e a redução do número de camas na unidade de cuidados intensivos, tem afetado a capacidade da ULSLA em providenciar os devidos cuidados a população.

Recordamos ainda que estamos em pleno verão verifica-se um aumento exponencial de pessoas nesta região, não estando garantida a segurança dos doentes críticos que necessitarem dos cuidados de saúde da ULSLA.

O SIM pede ao Senhor Ministro da Saúde que tenha em conta que a população residente no Litoral Alentejano é constituída por seres humanos com os mesmos direitos que todos os outros, não se percebendo o porquê de a sua saúde estar a ser negligenciada.

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