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Sindicato Independente dos Médicos

Pela abertura de concursos no Hospital das Forças Armadas

22 julho 2019
Pela abertura de concursos no Hospital das Forças Armadas
O Sindicato Independente dos Médicos - SIM - há vários anos que vem a alertar o Ministério da Defesa Nacional e o Comandante Supremo das Forças Armadas para a situação vivida no Hospital das Forças Armadas, nomeadamente na ausência da Carreira Médica que é uma das razões para que muitos dos lugares do quadro não estejam preenchidos, os concursos de contratação fiquem desertos com uma crescente importância dos prestadores de serviços – com a inerente diminuição da qualidade.

O SIM realizou várias reuniões com responsáveis ao mais alto nível do Hospital das Forças Armadas (HFAR), nomeadamente com o então Secretário de Estado da Defesa Nacional, Marcos Perestrello.

Em todas as reuniões foi feita a promessa pelo governo de solidificar a Carreira Médica e de promover a abertura dos concursos públicos para o preenchimento de postos de trabalho de especialistas.

Há 14 médicos com o grau de consultor a receber como assistente, mantendo vários anos de injusta discriminação com a totalidade dos médicos do serviço nacional de saúde e mesmo com alguns médicos do HFAR.

Salienta-se que para o Ministério da Saúde foi aprovada a contratação destes recém-especialistas no prazo de 30 dias após a homologação e afixação da lista de classificação final do internato médico – Lei n.º 55/2018.

Ao que tem sido dito e repetido ao SIM, as dificuldades em lançar concursos para a categoria de Assistente, Assistente Graduado e de Assistente Graduado Sénior da Carreira Especial Médica advêm dos entraves postos a estes procedimentos pelos responsáveis governamentais da área da Administração Pública e Finanças.

Tamanha injustiça explica que muitos médicos tenham abandonado a Carreira Médica – ou nela nem tenham propriamente entrado – aumentando com a sua falta os constrangimentos.

É fundamental cessar a discriminação em relação aos médicos do SNS. A falência do IASFA obriga a maior premência nesta decisão.

Por tudo isto o SIM reafirmou a solicitação de uma reunião junto do Ministro da Defesa.

O respeito pelas Forças Armadas, pela saúde dos seus elementos e os nossos veteranos é essencial.

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