O Sindicato Independente dos Médicos (SIM) tem vindo a acompanhar com atenção os efeitos da Depressão Kristin no território nacional, em particular na região Centro, que condicionaram (e, em alguns casos, ainda condicionam) constrangimentos relevantes em infraestruturas essenciais e desafios acrescidos, não só à organização dos cuidados de saúde, mas também à Saúde Pública.
Em primeiro lugar, o SIM manifesta a sua solidariedade para com todas as populações afetadas, reconhecendo o impacto provocado por falhas no abastecimento de eletricidade, de água e de comunicações, bem como em vias de ligação.
O SIM sublinha, de forma muito clara, a resposta profissional, responsável e empenhada dos médicos que, em articulação com os restantes profissionais das equipas de saúde, asseguraram a continuidade dos cuidados essenciais, mesmo em contextos operacionais difíceis. A capacidade de adaptação, o sentido de missão e o empenho demonstrados foram determinantes para minimizar impactos e garantir a segurança assistencial.
Destaca-se igualmente a articulação com as estruturas de proteção civil e demais entidades envolvidas, no sentido de uma resposta coordenada e da implementação atempada de soluções alternativas sempre que necessário, incluindo medidas para reduzir impactos associados às quebras da rede de frio e a constrangimentos na atividade programada, assegurando sempre a continuidade da atividade assistencial urgente e inadiável.
Num momento exigente, o SIM reafirma o seu total apoio aos médicos que estiveram e continuam a estar na linha da frente, assegurando respostas clínicas, reorganizando recursos e contribuindo para a reposição progressiva da normalidade. A dedicação demonstrada, uma vez mais, confirma o papel insubstituível e a dedicação dos profissionais de saúde na resposta a situações de catástrofe e emergência.