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Sindicato Independente dos Médicos

Zero transições

02 agosto 2016

No passado dia 27 de julho, reuniu o SIM com os Exmºs Secretários de Estado da Saúde, a ACSS e a Coordenação Nacional Cuidados de Saúde Primários (CNCSP). Foi-nos transmitido nessa reunião pela CNCSP, que a 1 de outubro de 2016 estava previsto haver zero, para que fique claro, 0 passagens de USF Modelo A a USF Modelo B na ARSLVT, o que contrasta com outras regiões.

Sendo lamentável que continuem a ser poucas a nível nacional, face às expectativas criadas durante campanha eleitoral pelos partidos que suportam o governo, imediatamente o SIM manifestou o seu protesto, surpresa e indignação.

Entendemos ser totalmente inaceitável que das 77 USF Modelo A, existentes a 31 de dezembro na ARSLVT, nem uma esteja em condições de transitar para o modelo B.

A evolução de modelo organizativo é naturalmente uma expectativa que os profissionais que constituíram as USF Modelo A têm. Estará a ARSLVT a garantir as condições necessárias para que isto aconteça?

A ARSLVT, servindo 3,6 milhões de cidadãos não pode deixar de permitir, aliás deve garantir, que os seus profissionais se organizam no sentido de prestarem os melhores cuidados independentemente do modelo, defendendo o SIM incentivos desde logo para as USF A e UCSP’s.

Ora esta mudança de modelo organizativo, não pode estar refém de quaisquer alterações de equipas ou de metodologias por parte da ERA ou de outras orientações por parte da ARSLVT, ou mesmo de eventuais dificuldades de relação ou capacidade de pressão.

Questionamos por isso quais os problemas com que se tem deparado a ERA e o Conselho Diretivo da ARSLVT para tão parca, ou neste caso nula evolução nos números de USF que transitam para Modelo B?

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