Sindicato Independente dos Médicos
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SIM apela novamente à abertura imediata de concursos para recém-especialistas
8 janeiro 2018
Mais de 700 médicos recém-especialistas das mais diversas especialidades da área hospitalar e da área de saúde pública aguardam, a maioria desde maio de 2017, pela abertura de concurso para os estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde.
Têm sido múltiplos os apelos do SIM para a abertura do concurso que deveria ter aberto em maio ou junho de 2017.
Hoje o SIM apelou novamente ao Ministro da Saúde para abertura imediata de concursos para os médicos recém-especialistas de 2017.
É incompreensível que numa altura de caos nos Serviços de Urgências, estes médicos especialistas não estejam já colocados nos hospitais em que fazem mais falta, suprindo a carência de médicos que se verifica em inúmeros hospitais.
Tendo em conta a espera prolongada, a cada dia que passa têm sido vários os recém-especialistas que decidem fazer cessar o seu contrato de médicos internos nos estabelecimentos do internato, onde continuam a ser remunerados como internos, optando pelo setor privado ou pela emigração, onde vêm recompensado o seu esforço e a sua elevada diferenciação técnico-científica.
A inação do Ministro da Saúde e das estruturas que tutela sobre esta matéria é assim diretamente responsável pelo agravamento do défice de recursos humanos que se verifica em todo o Serviço Nacional de Saúde. De facto, centenas de médicos recém-especialistas poderiam estar já colocados desde há vários meses nos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde onde fazem mais falta.
Relembre-se que este é já o quinto apelo formal do SIM para a abertura de concursos, na sequência dos que já fez em julho, setembro, outubro e novembro de 2017.
Ofício do SIM ao Ministro da Saúde
Têm sido múltiplos os apelos do SIM para a abertura do concurso que deveria ter aberto em maio ou junho de 2017.
Hoje o SIM apelou novamente ao Ministro da Saúde para abertura imediata de concursos para os médicos recém-especialistas de 2017.
É incompreensível que numa altura de caos nos Serviços de Urgências, estes médicos especialistas não estejam já colocados nos hospitais em que fazem mais falta, suprindo a carência de médicos que se verifica em inúmeros hospitais.
Tendo em conta a espera prolongada, a cada dia que passa têm sido vários os recém-especialistas que decidem fazer cessar o seu contrato de médicos internos nos estabelecimentos do internato, onde continuam a ser remunerados como internos, optando pelo setor privado ou pela emigração, onde vêm recompensado o seu esforço e a sua elevada diferenciação técnico-científica.
A inação do Ministro da Saúde e das estruturas que tutela sobre esta matéria é assim diretamente responsável pelo agravamento do défice de recursos humanos que se verifica em todo o Serviço Nacional de Saúde. De facto, centenas de médicos recém-especialistas poderiam estar já colocados desde há vários meses nos estabelecimentos do Serviço Nacional de Saúde onde fazem mais falta.
Relembre-se que este é já o quinto apelo formal do SIM para a abertura de concursos, na sequência dos que já fez em julho, setembro, outubro e novembro de 2017.
Ofício do SIM ao Ministro da Saúde
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