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Sindicato Independente dos Médicos

Médicos Internos sujeitos a prepotência no CHEDV - Hospital da Feira

17 outubro 2013

Nas semanas recentes os médicos internos das três unidades do Centro Hospitalar Entre Douro e Vouga, EPE (Hospitais da Feira, Oliveira de Azeméis e S. João da Madeira) viram-se sujeitos à prepotência e ilegalidades de uma Comunicação Normativa 6/2013  que pretendia suprir as carências de recursos humanos do seu Serviço de Urgência à custa dos Médicos Internos.

Não só as disposições dela constantes punham em risco todo o processo formativo, ao ponto de ter havido uma intervenção firme e peremptória do Conselho Regional Norte da Ordem dos Médicos a colocar em causa a idoneidade formativa dos serviços hospitalares, como foram alvo do protesto formal do SIM junto do CA do CHEDV, face à intolerabilidade das ameaças e diatribes laborais contidas na referida Comunicação Normativa.

Eis que o CA decide revogar a dita Comunicação Normativa mas, ardilosamente, continua a pressionar os Médicos Internos como aconteceu na passada 6ª feira à tarde, em que a Directora Clínica correu a lista de internos convocando-os para fazerem urgência de modo a tapar os buracos deixados pela má gestão de recursos humanos.

O CHEDV parece continuar com a intenção de não contratar mais médicos para substituir os que deixaram de prestar serviço na Urgência (havendo inclusive movimentações de quem lá trabalha a denunciar a carência de efectivos), mas antes recorrer aos médicos Internos de todas as especialidades para fazer urgência indiferenciada como trabalho extraordinário, em muitas situações sem o apoio de qualquer médico Especialista em presença física.

Existe é certo um Internista e uma equipa de Cirurgiões à chamada (telefone) mas cuja função não é tirar dúvidas nem ajudar a ver doentes do serviço de urgência mas sim triar os pedidos de colaboração e os doentes propostos para internamento.

Paira ainda no ar a ameaça não escrita de represálias a quem quiser gozar o legítimo descanso compensatório ou enviar a minuta de não disponibilidade para horas extraordinárias a partir dos limites legais.

O SIM continuará a solicitar a intervenção da Ordem dos Médicos e a denunciar junto das entidades competentes toda esta situação.

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