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Sindicato Independente dos Médicos

O milagre da multiplicação e o frenesim das vacinas

17 fevereiro 2021
O milagre da multiplicação e o frenesim das vacinas
Ao momento, pelos dados oficiais só se vacinaram 200.000 pessoas e menos de 40% dos 140.000 profissionais de saúde no seu total. Menos de 10% dos médicos das Misericórdias e do setor privado, foram vacinados.

No início da semana, à medida que nos vão chegando relatos de situações e locais específicos, o SIM enviou pedido esclarecimento e apelo à vacinação dos médicos à ULS de Matosinhos, ao Centro Hospitalar do Tâmega e Sousa, ao Centro Hospitalar Universitário de Coimbra, ao Centro Hospitalar do Médio Tejo, à União da Misericórdias, ao SAMS, à Santa Casa Misericórdia de Lisboa, ao Hospital da  Cruz  Vermelha, entre outros.

No momento em que é evidente a incapacidade das empresas farmacêuticas em fornecer à União Europeia o número de vacinas a que se comprometeram e foram contratualizadas, e entendendo embora os constrangimentos daí resultantes, o SIM não pode deixar de:
1 - Exigir ao Governo que cumpra o plano de vacinação anunciado;

2 - Exigir que revele a percentagem de profissionais de saúde vacinados, por local de trabalho, no SNS, no setor social e privado, e de quando prevê a conclusão;

2 - Recomendar que se conclua a vacinação nos lares e seus profissionais, das forças de segurança e dos bombeiros;

3 - Exigir que torne público e de modo transparente o método de seleção e seriação dos cidadãos com mais de 80 anos e os com mais de 50 com patologias, de forma a evitar abusos e fraudes que um pouco por todo o país vieram a lume, e que não podem ficar impunes. Anunciar sanções sem as especificar é deixar no ar a sensação de impunidade, e que o clientelismo e espertice saloia funcionam e compensam. Há tanto trabalho comunitário para fazer...

4 - Apelar à responsabilidade do governo para não aumentar as expectativas da população em relação ao dia da vacinação, e deixar bem claro que  os médicos de família não têm qualquer intervenção nesse agendamento;

5 - Apelar ao governo para que desenvolva metodologias para rápida e muito frequente atualização das bases de dados que serão usadas na convocação.
Numa palavra, mais trabalho competente e menos propaganda, nunca esquecendo o que significa a simples existência de uma petição pública.
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