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Sindicato Independente dos Médicos

Porto Canal: Polémicas com a vacinação COVID-19

31 janeiro 2021
A vacinação de pessoas não prioritárias é também o lamentável resultado da falta de planeamento por parte do Ministério da Saúde. Lamentavelmente só agora irão ser feitas listas de suplentes.

No global a vacinação não está a correr bem. Nesta primeira fase há um total 1 milhão e 600 mil pessoas. No entanto, um mês após o início da vacinação há apenas 74 mil pessoas com as tomas completas.

É necessário que haja transparência nos critérios de vacinação. É necessário que se saiba quais sãos os critérios que regem a operacionalização da vacinação de 1 milhão e 600 mil pessoas e a sua priorização dentro de cada fase.

De entre os mais de 141 mil profissionais de saúde do SNS só 57 mil têm as tomas completas, existindo apenas mais 16 mil com a primeira dose.

Relativamente aos profissionais de saúde do setor privado, muitas instituições nem sequer começaram a vacinação uma vez que a execução do plano de vacinação parece continuar, lamentavelmente, a ignorar os profissionais do setor privado.

O anúncio da contratação de profissionais de saúde no estrangeiro vai, infelizmente, resultar mais em propaganda do que numa medida concreta e objetiva para resolver a sobrecarga do SNS. Desde março que devia ter havido um reforço da capacidade do SNS. O que está a acontecer é aquilo que tem vindo a acontecer ao longo dos últimos meses que é correr atrás do prejuízo.
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